Devocional · Reflexão

Vivendo o processo

Há processos na vida que são doloridos.

Eles parecem não ter fim nem resultado. Mas um processo não é a etapa final – ele é parte do meio de caminho, porta de entrada para uma nova fase.

Ainda assim, não é fácil passar por um processo. É incômodo. Mexe com a nossa estrutura. Traz perguntas que temos receio de responder. 

Por isso, a ansiedade quer apressar o processo.
O desconforto quer interromper o processo.
A vontade que temos é pular o processo.

Mas como é importante viver o processo!

Porque é no processo que:

  • o caráter é moldado
  • aprendemos na prática lições valiosas e necessárias
  • lidamos com nossos erros
  • reconhecemos as fraquezas e conhecemos ainda melhor nossas forças
  • enxergamos mais claramente para onde queremos ir
  • deixamos para trás o que não faz sentido
  • somos encorajados
  • percebemos quem está conosco para valer
  • entendemos que há tempo para todas as coisas
  • enfrentamos medos
  • recebemos a porção de esperança de cada dia
  • nossa fé é fortalecida
  • experimentamos o amor e cuidado de Deus de uma forma única.

É vivendo o processo que somos transformados!

E assim, nosso coração se aquieta confiante, sabendo que a próxima fase nos encontrará mais fortes, preparados, mais parecidos com Jesus e muito mais satisfeitos nEle.

Reflexão

Momentos

Mãos segurando café em um momento único

Sou entusiasmada pelos grandes acontecimentos da vida. Aqueles com data marcada, que geram expectativa, ansiedade, frio na barriga.

Mas também sou uma verdadeira apreciadora dos momentos corriqueiros, estes que acontecem sem alarde, sem aviso.

Estes que acontecem na correria do dia a dia, na tarde da quinta-feira, entre um telefonema e outro, na mensagem de boa noite, na preguiça do domingo, no encontro inesperados.

Momentos comuns. Únicos. Que me fazem pensar: esta é a vida real e ela está acontecendo agora! Isto sim é um grande acontecimento.

E para você, qual é o momento favorito do dia? Compartilhe comigo!

Reflexão

Sobre o que desejamos. Sobre o que fazemos.

Como um dente-de-leão, espalhando bons desejos e ações

 

 
Nas festividades (Natal, Ano Novo, Aniversário) temos o costume de desejar às pessoas amor, paz, alegria…
E de fato, são desejos nobres!
Mas… e quanto ao que cabe a nós? O quanto realmente estamos dispostos a amar o outro, a promover a paz, a trazer alegria e compartilhar da alegria do outro (sem competição nem inveja)?!?
Imagina só como seria se sempre que eu desejar algo bom à alguém, eu me disponha a ser ferramenta pra que esse bem ocorra na vida do outro!
Se eu desejo amor, mas nunca estou lá pelo outro, não faz sentido!
Se eu desejo paz, mas nunca estou pronta a perdoar e reconciliar, não faz sentido!
Se eu desejo alegria, mas sempre estou emburrada, de mau humor, não faz sentido!
Que Deus me ajude a dispor ao outro em amor, paz e alegria. Aí fará sentido!