Poesia

Mãe: o amor que move a vida

MÃE
Você é a força que impulsiona,
O exemplo que inspira,
O apoio para voos cada vez mais altos.

MÃE
Você é o olhar que vê além,
É o colo aconchegante na hora da dor,
É o braço estendido do perdão.

MÃE
Você é o amor que move a vida,
É a oração sincera que alcança os céus,
É a fé que enfrenta os piores medos.

MÃE
Você é o “bom dia” mais alegre,
O “Deus te guarde” mais cheio de esperança,
O “Eu te amo” mais verdadeiro.

MÃE
Você é o início, a origem de tudo.
Você é o meio, sempre ao lado.

Você nunca é o fim.
Porque MÃE é tempo eterno.
É amor infinito.

Poesia

Mãe, amor infinito

Uma mãe segurando sua filha nos braços

MÃE
Você é a origem,
o primeiro encontro,
sangue que pulsa junto,
vida que se estende.

Você é colo,
olho no olho,
afago, abraço apertado,
beijo que deixa marca de batom.

Você é vigília
nas noites de febre,
nas madrugadas de festa,
a que espera, a última a dormir.

Você é amiga,
ouvinte,
cúmplice,
confidente.

Você é direção,
conselho,
bronca,
outra chance.

Você é culpa,
medo, dúvida,
choro,
recomeço.

Você é força,
calmaria,
segurança,
fé inabalável.

Você é memória,
enraizada no coração,
sempre viva,
sempre presente.

Mãe, você é esse
amor tão lindo:
infinito,
o primeiro,
o que não terá fim.

Poesia

Mãe: o amor que está sempre perto

Seja no ventre ou no coração, tudo começou ali, dentro dela – envolto em um grande mistério, rodeado de dúvidas e expectativas.
Os dias pareceram poucos para tantos preparativos e cuidados. E pareceram muitos, para aguentar tanta saudade de quem ainda nem se conhecia. E quando chegou o tão esperado momento do encontro, do olho no olho, o tempo fez sentido. Como milagre, a vida transbordou e se fundiu em outra, de forma profunda e para sempre. Como presente divino, o amor que sentiu já era imensurável e indescritível.
Ali, mesmo sem nem saber por onde começar, ela se viu pronta. Se viu desajeitada, às vezes, até apavorada, mas descobriu dentro de si paciência, persistência e a maior vontade de acertar.
Suas mãos se tornaram ágeis, seus ouvidos atentos, seu sono leve. Suas palavras se tornaram cantigas de ninar e seu colo se tornou quente, um lugar seguro para estar.
Suas preocupações dobraram, ah, como dobraram, mas suas orações a Deus nunca se tornaram tão confiantes. Seus medos aumentaram, mas nunca se provou tão forte e corajosa.
E assim, sem nem saber quando e como aconteceu, ela se viu Mãe. E ao se ver mãe, ela compreendeu a beleza do amor que carrega: um amor que sempre estará junto, pertinho de cada filho, mesmo quando não puder estar.
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Em 2020, o Dia das Mães será diferente.
Milhares de famílias não poderão se reunir fisicamente para comemorarem esse dia – mas como o amor de mãe, encontrarão formas de estarem juntas, mesmo que virtualmente.
Outras milhares de famílias estarão com o coração carregado de angústia, tristeza ou luto. Em oração, desejo consolo e conforto para cada uma.
Deus as abençoe!
Na esperança de dias melhores,
Alessandra Correa
(*texto meu publicado no Portal APROFEM)