Poesia

O amor nunca falha!

Em muitos países hoje é comemorado o Dia de São Valentim, também conhecido como o Dia do Amor. Mas por lá, não são só os casais de apaixonados que se beneficiam da data. Amigos, vizinhos, irmãos, pais e filhos aproveitam o dia para dar presentinhos, enviar cartões, se verem, se declararem e assim, celebrarem essa linda dádiva que é o amor.

Mas o que é o amor? Muitos já tentaram explicá-lo, mas cada um o vê de uma forma. Nem eu, por mais poeta e romântica que me sinta, me atreveria a defini-lo. No entanto, quero compartilhar um pouco daquilo que penso sobre ele.

Para mim, amor vai além de borboletas no estômago ou declarações apaixonantes. Ele significa compromisso, cuidado, querer bem. A melhor forma de mostrar que ele existe é por ações. Quando nos importamos com o outro, quando tentamos protegê-lo (às vezes, até de nós mesmos), perdoamos e também, damos bronca quando está errado.

Pequenos gestos que indicam que o amor se faz presente. Uma ligação no meio da tarde para dizer que está com saudade. Chorar de alegria porque sua irmã ganhou uma bolsa de estudo. Sentir falta do filho, 5 minutos depois de deixá-lo na escolinha.

Até as preocupações “bobas” do dia a dia podem provar quanto amor há no relacionamento. Por exemplo, quando perguntamos se está com fome, se pegou blusa de frio ou sombrinha ao sair de casa.

O amor é querer estar junto. E mesmo quando se está longe, sentir a pessoa amada perto.
No amor, não temos medo. Ele nos ajuda a enfrentar as dores, nos torna mais fortes, nos dá razão para continuar. O amor faz bem. Para quem ama e para quem é amado.

Como diz a Palavra, o amor não busca seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal… Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha!

E como diz o vídeo logo abaixo, que conta uma história real e emocionante, o amor é não ir embora quando o outro mais precisa.

Que o amor que você tem por Deus, pelo seu namorado(a), marido(esposa), filhos, pai, mãe, avós, irmãos, sobrinhos, primos, tios, amigos e quem quer que seja, possa ser declarado e demonstrado. Hoje e sempre.

\”Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.\”
1 João 3:18

*Texto meu também publicado em Mais Viver Unimed Paulistana
Poesia

Compromisso

Recentemente li o livro Para Sempre (Kim Carpenter, Editora Novo Conceito) e fiquei maravilhada com a história, baseada em fatos reais.

O livro conta sobre um amor que resultou em casamento. Até aí, nada de mais. No entanto, uma fatalidade muda tudo, desfazendo planos e sonhos para o jovem casal, pois um grave acidente faz com que a esposa perca a memória, inclusive, fazendo com que se esqueça de que um dia se apaixonou e se casou.

Então, começa o drama para o “mocinho”. Apesar de toda a dor de ser desprezado, ele decide reconquistá-la, lutando assim pelo seu casamento.

E ao ouvir essa história, alguns diriam: isso é amor. E eu completaria: isso é amor e compromisso.

Pois muitas vezes o nosso desejo é desistir e talvez a forma mais fácil de lidar com o problema seja isso mesmo. Mas se nos lembrarmos do compromisso que fizemos um dia, teremos a oportunidade de renovar as forças e seguir em frente.

E não falo só do compromisso de casamento não. Afinal, nossa vida é cheia de compromissos que fazemos com Deus, com os outros e com nós mesmos.

Tem a ligação que você se compromete em dar, mas acaba deixando para lá. Ou o compromisso que faz com seu marido de poupar dinheiro para a compra da casa própria, mas quando vê, já não faz mais tanta força assim para guardar. Compromisso de se alimentar melhor, de fazer mais exercícios físicos, de ser pontual e de cuidar dos seus valores.

Fazendo um balanço da minha vida, posso citar de cor os compromissos que fiz ao longo dos últimos anos, mas que não honrei. Mas, em vez de me conformar, resolvi renovar tais compromissos. E me empenhar para cumpri-los. Isso fará bem para mim e para aqueles que acreditaram em mim.

Bem, pesquisando por aqui, descobri que a palavra “compromisso” deriva da palavra “promessa”. E talvez se olharmos dessa forma, conseguiremos levar mais a sério as nossas palavras e decisões. As que dizemos para os outros (independente de testemunhas ou não) e as que dizemos para nós mesmos.

*Texto meu também publicado em Mais Viver Unimed Paulistana